Em época de volta às aulas e com campanhas atraentes de materiais escolares de todas as marcas e personagens, você pode se perguntar:

-Devo levar meu filho junto para comprar o material escolar?

A resposta é sim.

Porém, devemos aproveitar esse momento para que nossos filhos aprendam a tomar decisões e saber os produtos que devem ou não ser adquiridos pois crianças consumistas pode vir a ser um adulto vazio e frustrado, ensinar desde pequenos a importância do consumo consciente é muito importante. Mostrar a diferença entre os valores e optar pelo que realmente será proveitoso e durável, é nosso dever enquanto pais e/ou responsáveis.

Uma boa dica é conversar antes em família antes de ir as compras e delimitar o valor que poderá ser gasto em material escolar. Aproveitem e levem uma calculadora para que seja feito o cálculo incentivando o consumo consciente.

Confira 10 dicas dos educadores financeiros para a economia na compra dos materiais escolares.

1. PESQUISE

“Se pudesse dar uma dica, esta seria: pesquisar, pesquisar, pesquisar”, com a internet, a pesquisa se tornou mais refinada. “Dá para conhecer lojas que nem se imagina que existem, e elas podem ter preços bem mais em conta, afirmam os especialistas.

2. COMPRE NO ATACADO

Lojas que vendem a atacado costumam ter preços menores que as do varejo, por isso, os especialistas indicam que os pais se juntem para comprar certos itens em um grupo grande. Os produtos básicos, como lápis e canetas – que crianças de quase todas as idades escolares precisam – podem ser comprados nesses lugares com quase 90% de desconto. “Um apontador, que custa 1 real, em compras maiores passa a custar 10 centavos”. Para isso, Domingos e Calil especialistas sobre economia, recomendam conversar com outros pais para fazer as compras em conjunto.

3. REUTILIZE

No quesito uniformes, é possível fazer uma simples reforma nas camisetas e calças, que os torna possíveis de serem usados por mais um semestre. Calil um dos especialistas sugere que as crianças customizem as capas de seus cadernos. “É uma ideia bastante popular entre os adolescentes”. É possível ainda reaproveitar livros didáticos do filho mais velho para o mais novo, se for o caso. “Se não der, faça uma boa ação e doe o material para crianças ou jovens de famílias que não possuem condições de comprá-los”,

4. NÃO LIGUE PARA PERSONAGENS

Seu filho quer a mochila, a lancheira, o caderno e o estojo do Ben 10 ou de outro astro animado da TV? É possível fazer uma negociação: compre um item do personagem favorito do seu filho, mas não a linha completa. As marcas devem ser ignoradas. “Muitas vezes, a imagem da capa do caderno encarece três vezes o produto”.

5. NEGOCIE CONDIÇÕES

Pechinchar ainda funciona, e muito bem. Os pais devem procurar o benefício por trás das formas de pagamento. “Se for parcelar, que seja sem juros; se for à vista, tente um preço melhor”, aconselha.

6. COMPRE UM MÊS ANTES

No período de volta às aulas os preços dos materiais escolares aumentam. Os pais podem driblar este aumento simplesmente se programando para comprar os materiais um pouco antes. “Todo ano tem volta às aulas. Por que, então, não comprar um mês antes?”.

7. ENVOLVA AS CRIANÇAS NAS ESCOLHAS

A compra de materiais se torna complicada a partir do momento que as crianças mostram querer um produto – normalmente os mais caros – e os pais, outros. Reinaldo sugere sair deste impasse conversando com as crianças. “É importante que os pais mostrem para os filhos que estão economizando, e que eles serão beneficiados com isso a longo prazo”, afirma.

Em um período de crise financeira, é importante também conversar com os filhos antes de sair às compras, explicando a situação em que a família se encontra e quanto poderão gastar com os materiais.

9. FAÇA UMA LISTA DE COMPRAS PESSOAL

Depois de avaliar a lista fornecida pela escola e verificar o que precisa ou não comprar, Domingos sugere fazer uma lista do que será necessário, para não se perder e acabar rendendo-se aos impulsos consumistas, deixando de economizar.

10. PARTICIPE DAS REUNIÕES ESCOLARES

Mais importante que a economia na compra dos materiais é a participação dos pais nas atividades relacionadas à escola dos filhos. Mauro Calil explica que as reuniões são imprescindíveis para discutir questões importantes – e que acabam pesando no bolso, uma questão é a compra dos uniformes. “Uma prática comum das escolas é homologar apenas um fornecedor de uniformes e isso pode ficando caro . Quando os pais participam de reuniões e e apontam alguns questionamentos bem como auxiliam nas resoluções dos mesmos, a parceira entre escola e família é sempre positiva.

Escrito por:

Letícia Mello – Neuropsicopedagoga

Carolina Córdoba – Psicopedagoga

Fonte: Delas – iG @

https://delas.ig.com.br/filhos/9-dicas-para-economizar-nas-compras-de-volta-as-aulas/n1237732836695.html

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